Recentemente, a Microsoft foi ao tribunal para pedir uma permissão federal com intimação para identificar usuários suspeitos de praticar pirataria com seus produtos. Segundo a empresa, milhares de chaves de produtos foram roubadas para o Windows e Office.

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A gigante levou o IP de um dos suspeitos ao tribunal de Seattle no dia 4 de março, onde ela declara que esse mesmo IP ativou milhares de chaves de seus produtos, algo, obviamente, ilegal.

A Microsoft tem sido capaz de identificar os suspeitos envolvidos. Atualmente, a melhor forma que temos para identificar os infratores é o IP e as datas e horas utilizadas na hora de ativar as chaves.

A Microsoft revelou que chaves do Windows 7 que utilizam uma sequência alfanumérica, foram roubadas da cadeia de fornecimento e usadas mais vezes que o normal, além de terem sido ativadas em regiões completamente diferentes de onde eram autorizadas.

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Já no Windows 10 a forma de ativação é diferente, para não passar por isso de novo, a Microsoft usa de seus servidores e ativa digitalmente a versão do Windows, sendo assim, se o computador for restaurado, por exemplo, não precisará ativá-lo novamente.